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Emprego e Saúde Mental

Dado o alinhamento do projeto com a promoção de saúde mental no local de trabalho (particularmente com o trabalho temporário de agência), por um lado, e apoio a situações de desemprego, por outro, é esperado que as intervenções, direcionadas a situações de trabalho temporário e desemprego, reforcem as iniciativas individuais de procura de condições de emprego mais estáveis, bem como o retorno à vida profissional ativa. É também esperado que as intervenções sejam eficazes na melhoria da qualidade de vida, na perceção de auto-eficácia e na redução de distress psicológico.

 

Os indicadores de eficácia da intervenção a ser medidos estão relacionados com diversos aspetos:

  • Experiências prévias de (des)emprego: número de empregos anteriores, de contratos de trabalho, categoria profissional;
  • Bem-estar psicológico: Distress psicológico, agorafobia, ansiedade social, ideação suicida e/ou tentativa de suicídio, comportamentos de risco, encurralamento, derrota e saúde física;
  • Consumo de substâncias: substâncias ilícitas, consumo de álcool e tabaco;
  • Bem-estar subjetivo: qualidade de vida, satisfação com a vida, otimismo;
  • Competências sociais e cognitivas: resiliência, autorregulação, auto-eficácia, autoestima, estilo de coping, suporte social;
  • Competências de procura de emprego: auto-confiança profissional, iniciativas proativas para obter e/ou melhorar o estatuto de emprego, perceção de empregabilidade, sucesso no reemprego;
  • Qualidade de reemprego: valor salarial, satisfação com as novas condições de trabalho, perceção de estabilidade laboral.

 

É esperado que a intervenção, ao envolver os profissionais resulte na redução das taxas de burnout, no empowerment para lidar com contextos de aconselhamento stressantes e na melhoria do envolvimento com o trabalho.